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Teste uma lista de proxy online

Cole uma lista e veja vivacidade, velocidade, anonimato com motivo, geo e se cada proxy de fato alcança alvos reais. Uma checagem em massa não é um laudo DNSBL.

ip:porta, user:senha@ip:porta, ip:porta:user:senha ou protocol://…, um por linha.

Nada fica armazenado. Senhas nunca aparecem nem saem no export.

Checar acesso a sites

Vivo e útil são coisas diferentes. Escolha os alvos que o proxy precisa alcançar.

Como funciona

Três passos, sem captcha, sem lista armazenada.

Veja primeiro como o site te enxerga

  1. 01

    Cole uma lista

    Qualquer formato comum: ip:porta, com login ou com protocol://. Linhas quebradas são marcadas; não derrubam a rodada.

  2. 02

    Conectamos por cada proxy

    O navegador não abre SOCKS. A checagem roda no nosso servidor, pelo proxy, até o nosso próprio judge.

  3. 03

    Veja a verdade por linha

    Vivo/morto, protocolo, anonimato com o header vazado, geo, blacklist e uma matriz de alvos reais.

FAQ

No servidor. Navegadores não abrem SOCKS nem a maior parte dos proxies HTTP, então conectamos por cada proxy até um judge próprio.

HTTP, HTTPS, SOCKS4 e SOCKS5. Um prefixo protocol:// é uma dica, não confiança cega: o motor tenta os tipos suportados sozinho.

Uma leitura determinística dos headers que o judge viu. Transparente vazou o seu IP real. Anônimo escondeu o IP, mas ainda enviou headers de proxy. Elite parece uma requisição direta.

Não. A lista vive só na rodada atual, na memória. Senhas nunca entram na tabela e saem do export padrão.

Vivo e útil são coisas diferentes. Muitos alvos derrubam IPs de datacenter. A matriz de alcance mostra quais hosts curados o proxy de fato alcançou. No Brasil, Instagram e WhatsApp costumam ser o teste que importa.

Até 10.000 por rodada. Os resultados chegam conforme terminam, e você pode parar no meio. Não há captcha.

País, cidade, ISP e ASN vêm do MaxMind GeoLite2 quando a base está configurada. Blacklists vêm de zonas DNSBL, inclusive Spamhaus ZEN. Essa coluna é um fato de relatório, não um laudo DNSBL: os detalhes da blacklist ficam numa página própria. Fontes e licenças estão documentadas com a ferramenta.

Não. Os alvos de saída se limitam ao nosso judge e a uma lista curada, para a ferramenta não virar open relay nem scanner.

Muitos proxies mortos na lista?

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